Textos

É verdade!

Já passaram cinco anos desde que se iniciou este projecto… Corria, então, o ano de 2010.

Cinco anos passaram e para todos nós este foi um tempo de crescimento quer profissional, quer pessoal…

Começamos como uma turma, hoje podemos dizer que somos um grupo de amigos.

Lembramos com afecto todos os que por cá passaram, ainda que momentaneamente, e que deixaram connosco parte de si mesmos, enriquecendo-nos sempre de alguma forma, deixaram um pouco de si, levaram um pouco de nós.

O primeiro grande reconhecimento vai para a Casa que nos acolheu durante estes anos, a Universidade Fernando Pessoa, e que foi uma das peças essenciais para a formação.

Muitos foram aqueles que, ao longo deste tempo, tivemos a oportunidade e o privilégio de ter como professores que nos acompanharam e orientaram para a construção do conhecimento nas mais variadas áreas. Para eles vai um obrigado muito especial por nos terem ajudado nas nossas dificuldades, por nos terem instruído em novos saberes, incutido a criação de um espírito crítico e capaz de argumentar com base nas competências que fomos adquirindo ao longo do processo.

Também as nossas famílias merecem uma palavra de carinho neste momento. Os cinco anos deste percurso que agora finda também foram vividos por eles, que, ao nosso lado, sempre nos deram apoio em todos os momentos.

Aos pais e às mães, aos maridos e às esposas, namorados e namoradas, aos irmãos, avós, tios, primos e toda a restante família, sem esquecer os amigos; todos foram importantes para a construção de cada um dos nossos portos de abrigo, obrigada pelo vosso tempo, pelo vosso apoio, ou simplesmente por estarem aí.

Ao Sr Sousa, ao Sr Eduardo, ao Sr Nuno, à Clarinha, à Marta e à Sr D Filomena, Muito obrigado!

Para todos nós, este é apenas o final de um capítulo, de um livro que ainda está longe de acabar.

Todos os dias uma nova página será acrescentada e muita tinta vai correr, mas a página da família Pessoana já está escrita e vai sempre unir-nos.

Citando aquele grande poeta que dá nome à nossa Casa:

“Não me venham com conclusões! A única conclusão é morrer.”

Este não é o fim de nada, é o começo de algo novo!

Vamos à descoberta!

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