Dádiva Divina de Rui Zink
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| Dádiva Divina | Rui Zink – Opinião Literária

Dádiva Divina foi o terceiro livro que li para o desafio literário Ler os Nossos. Foi a primeira obra que li deste autor, um romance com uma boa dose de ironia com um desfecho inesperado. Finalizei a leitura na última semana do mês de Julho e, embora o desafio já tenha acabado, partilho agora convosco a minha opinião.

Dádiva Divina de Rui Zink

O autor

Rui Zink é um escritor português com obras escritas de diversos géneros literários: Ficção; Banda Desenhada; Ensaio, Crónica; Literatura para Crianças; Teatro e Ópera. Colaborou com alguns jornais e revistas e fez, ainda, trabalhos enquanto tradutor. Para além da escrita, Zink também é professor universitário.

Já recebeu alguns prémios por algumas das suas obras, dentre os quais destaco o Prémio PEN, atribuído no ano de 2005 pela escrita deste mesmo livro de que falo, Dádiva Divina.

Sinopse

“Sam Espinosa é um homem que não acredita em nada. Até ao dia em que morre e se enamora. A partir daí não tem outro remédio senão passar a acreditar.
Em suma, ele ainda não sabe, mas vai encontrar Jesus”.

Texto disponível no site da WOOK

Dádiva Divina de Rui Zink

Opinião

O personagem principal

Samuel Espinosa é um detetive privado contratado para encontrar um homem. Ao longo das páginas do livro a sua falta de fé é evidenciada, bem como o seu sarcasmo e ironia. Ele segue numa busca para encontrar o próprio Jesus Cristo, numa, nem sempre muito clara, viagem.

Local

A história desenrola-se em vários locais, desde Nova Iorque, a Roma, a Lisboa, a Joanesburgo, a Adis Abeba…

Ligação religiosa

Sam Espinosa é um homem que não acredita na religião. As suas dúvidas e comentários sarcásticos evidenciam uma postura de alguém que não acredita em nada.

Comentário geral

Não foi um livro de leitura muito fácil para mim. Não senti uma grande ligação com a obra e acabou por ser um pouco “massuda”. O livro está dividido em duas partes, a Livro um que é relatada antes da “morte” do Sam, e o Livro dois que chega após esse momento. Após a chegada da segunda parte do livro, momento em que o personagem principal se apaixona perdidamente, imaginei que a leitura iria, de alguma forma desenvolver-se mais facilmente, mas afinal isso acabou por não acontecer.

 

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Foi a primeira vez que participei neste projeto e diverti-me imenso! Para melhorar ainda fui uma das vencedoras do passatempo! Bem, para o ano há mais e eu vou certamente participar de novo!

Para quem não seguiu as minhas publicações, aqui estão os outros livros que li para o projeto Ler os Nossos: A Queda dum Anjo e Memorial do Convento.

 

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