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| A Vendedora de Azevinho | Dilly Court – Opinião Literária

Este era um livro que tencionava ler antes do Natal, mas acabei por apenas ter oportunidade de o fazer no mês de Janeiro. A Vendedora de Azevinho poderia ser a história de uma bebé com pouca sorte, mas eu não a vejo dessa forma. Na realidade, acredito que se trata precisamente do contrário.

A Vendedora de Azevinho

 

Título Original: The Mistletae Seller

Autora: Dilly Court

Data de publicação:  novembro.2018

Páginas: 416

Editora: Quinta Essência

ISBN: 9789897800382

Onde comprar: www.wook.pt | www.leyaonline.com

Sinopse

É Véspera de Natal. O vento faz rodopiar a neve sobre as ruas de Londres. À porta de uma casa em Angel Lane, uma bebé abandonada, embrulhada numa manta, aguarda a sua sorte…
Angel, cujo nome se deve à rua onde é encontrada, parece destinada a ter uma vida miserável. Embora seja acolhida numa casa cheia de amor, um cruel golpe do Destino atira-a novamente para as ruas da cidade, onde todos os dias luta para sobreviver.
E agora que o Inverno se aproxima, Angel treme de frio enquanto tenta vender azevinho a quem passa, na esperança de que alguém se compadeça dela. Podia estar mais confortável, pois possui uma jóia valiosa – um anel de ouro e rubi que vinha escondido na sua manta de bebé – mas prefere morrer à fome a abdicar do único laço que a prende às suas misteriosas origens …
A Vendedora de Azevinho marca a aguardada estreia da autora bestseller Dilly Court em Portugal. Um romance pleno de ternura, perfeito para as longas noites de Inverno.

Texto retirado do site da editora Leya, disponível neste link.

Opinião

Angel poderia ser uma criança condenada à nascença. Abandonada numa mala, sem nada para além de um anel, ela tem o seu primeiro golpe de sorte quando é acolhida numa casa cheia de amor. Cordelia era uma mulher sem filhos e com muito carinho para dar. Ocupou-se da educação da pequena Angel e deu-lhe tudo o que pôde.

Mas o destino estava traçado e, mais uma vez, atirou Angel para a rua. Ainda assim, ela provou ser capaz de se adaptar aos desafios que a vida lhe propunha. Não era mais do que uma criança, mas arranjou um emprego para conseguir sobreviver. Conseguiu fazer amigos, aprendeu como trabalhar e precisou de se defender.

Apesar de todo o azar que acontece a esta personagem, ela tem sempre um raio de sorte a segui-la. A Vendedora de Azevinho é uma personagem forte e corajosa. Ela dá a volta às situações complicadas que enfrenta e não se esquece de quem a ajuda.

Este é um livro repleto de alusões ao inverno e, por esse motivo, bom para se ler nesta altura do ano. No sofá, com um cobertor nas pernas e uma caneca de chá quente na mesinha ao lado e de preferência com o ruído da chuva a bater na janela.

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Podem ler mais das minhas opiniões literárias através deste link.

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